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quinta-feira, 24 de junho de 2010


É bastante frequente no senso comum e até mesmo na área da saúde que se questione a segurança e possibilidade de utilização de meios e métodos de treino de força. No entanto existem bases sólidas na literatura explicitando a relevância desse tipo de treino tanto para a saúde em diferentes faixas etárias como para o desempenho em modalidades desportivas em geral.
O presente artigo revisou a literatura, buscando estabelecer parâmetros e identificar o risco de práticas nas quais se utiliza sobrecarga externa quando comparadas entre si (Levantamento Olímpico e Musculação) e a outras modalidades desportivas.


Pode-se observar que, em comparação a outras modalidades como futebol e rubgy, por exemplo, há uma menor incidência de lesões entre os jovens que praticam a modalidade de Levantamento Olímpico e ou musculação.
Discute-se, além dos benefícios decorrentes de práticas com sobrecarga externa para diferentes populações, sobretudo jovens em idade escolar, o fato de que essas modalidades demandam uma progressão adequada, bem como os gestos técnicos apropriados, quando essas variáveis são trabalhadas de forma satisfatória, os riscos são menores, principalmente por não haver influência externa, sendo todo o gesto dependente da competência do atleta.


De modo geral, as conclusões do presente estudo sugerem que, desde que corretamente supervisionada, a prática de diferentes tipos de treinamento com pesos é aconselhada para jovens em idade escolar, por diferentes motivos.


terça-feira, 22 de junho de 2010

Intervalo entre séries e exercícios



Os autores tiveram como objetivo neste estudo observar os efeitos de dois tempos diferentes de intervalo entre as séries e os exercícios (2min e 5min) no número de repetições por série, por exercício e o número total de repetições realizadas pelos indivíduos.
A amostra foi composta por 14 homens treinados com média de 23 anos de idade.
Eis os resultados para os exercícios de membros inferiores:
Houve melhor aproveitamento, quanto ao número de repetições realizadas por série e por exercício, quando utilizado intervalos de 5min em relação aos de 2min. Também foi verificado para todos os exercícios e ambos tempos de intervalo, diminuição no número de repetiçoes com o avançar das séries. A Tabela 1 apresenta estes dados com diferenças estatisticamente significativas em alguns momentos.
E para os de membros superiores e tronco:
Melhor aproveitamento na maior parte dos casos foi observado quando utilizados os 5min de intervalo. Além do maior número total de repetições. Com diferenças estatisticamente significativas entre os valores em alguns momentos, conforme a Tabela 2.
Até a próxima.