Leveritt et al. (1999) descrevem três fatores que podem apresentar ligação com a concorrência, sendo eles as hipóteses:
a) Crônica - reparos morfo-funcionais decorrentes exclusivamente do treino aeróbio são distintos do treino de força, o que não permite ao organismo assimilar os dois ajustes ao mesmo tempo;
b) Overtraining - relacionado ao volume de treinamento, pois o organismo não daria conta de adaptar-se aos dois métodos, tornando-se incapaz de promover ajustes simultâneos;
c) Aguda - o treino aeróbio provocaria fadiga residual comprometendo o posterior treino de força.
No livro Preparação física para atletas de judô (Franchini e Del Vecchio, 2008), os autores relatam que não há possibilidade de afirmação concreta destes mecanismos, porém durante a elaboração da prescrição de treinos, alguns aspectos podem ser analisados e organizados, sendo: i) intensidade do treino aeróbio e do treino de força; ii) volume do treinamento; iii) nível de condicionamento dos praticantes; iiii) ordem dos exercícios.
De maneira bastante simples e acessível, acreditamos que foi apresentado um aspecto bastante comum e importante quando da prescrição de treinos. Todavia, não acomodem-se com apenas estas informações.

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