A Equipe Só Fortalece pede desculpas pelo tempo de ausência das postagens, mas afirma que volta com MAIS FORÇA do que antes!
Espaço multi-disciplinar gerenciado por acadêmicos do curso de bacharelado em educação física da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (ESEF-UFPel), objetivando contemplar o treinamento desportivo em um contexto global, abrangendo os diferentes meios, métodos, variáveis e inter-relações.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A volta dos que não foram...
Objetivo: A proposta do estudo foi verificar o perfil de contribuição energética dos sistemas aeróbio e anaeróbio durante simulação na esteira em alta velocidade das corridas de 200, 400, 800 e 1500 metros. Métodos: Vinte atletas altamente treinados (Padrão seleção Australiana) participaram do estudo, sendo especialistas em 200 metros (N= 3), 400 metros (N= 6), 800 metros (N= 5) ou 1500 metros (N= 6) (média de VO2PICO [ml.kg-1.min-1] ± DP = 56 ± 2,59 ± 1, 67 ± 1, e 72 ± 2, respectivamente). As contribuições relativas dos sistemas energéticos aeróbio e anaeróbio foram calculadas utilizando o método o Déficit Acumulado de Oxigênio (AOD). Resultados: A contribuição relativa dos sistemas energéticos aeróbio e anaeróbio para os 200, 400, 800 e 1500 metros foi 29 ± 4, 43 ± 1, 66 ± 2 e 84 ± 1% ± DP, respectivamente. O tamanho do AOD aumentou com de acordo com a duração das provas de 200m, 400m, 800m (30,4 ± 2,3, 41,3 ± 1 e 48,1 ± 4,5 ml.kg-1, respectivamente), mas foi notado aumento na prova dos 1500m (47,1 ± 3,8 ml.kg-1). O cruzamento para predominância do fornecimento de energia pelo sistema aeróbio ocorreu entre 15s e 30s para as provas de 400m, 800m e 1500m. Conclusão: Esses resultados sugerem que a contribuição relativa do sistema energético aeróbio durante provas de atletismo é considerável e maior do que o conceito tradicionalmente apresentado.
A tabela 2 mostra a predominância da contribuição energética do sistema aeróbio durante as provas de 800m e 1500m, com média dos valores de 66% e 84% de fornecimento energético total, respectivamente (Destacado em amarelo).
A figura 1 exibe o momento em que o metabolismo aeróbio passa a predominar, onde acontece o cruzamento dos sistemas energéticos durante a prova. Nos 400m, o metabolismo aeróbio passa a predominar a partir do 30º segundo e tem participação de 43% do abastecimento energétivo total para os atletas. Para os 800m, o cruzamento ocorre por volta dos 25 segundos. Já nos 1500m, o aeróbio cruza o anaeróbio e passar a predominar com 15 segundos de prova.
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