Espaço multi-disciplinar gerenciado por acadêmicos do curso de bacharelado em educação física da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (ESEF-UFPel), objetivando contemplar o treinamento desportivo em um contexto global, abrangendo os diferentes meios, métodos, variáveis e inter-relações.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
In Memorian: PROFESSOR YURI VERKHOSHANSKY...
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Futebol: Sprint x Intervalado aeróbio
terça-feira, 22 de junho de 2010
Intervalo entre séries e exercícios


Os autores tiveram como objetivo neste estudo observar os efeitos de dois tempos diferentes de intervalo entre as séries e os exercícios (2min e 5min) no número de repetições por série, por exercício e o número total de repetições realizadas pelos indivíduos.
Houve melhor aproveitamento, quanto ao número de repetições realizadas por série e por exercício, quando utilizado intervalos de 5min em relação aos de 2min. Também foi verificado para todos os exercícios e ambos tempos de intervalo, diminuição no número de repetiçoes com o avançar das séries. A Tabela 1 apresenta estes dados com diferenças estatisticamente significativas em alguns momentos.sábado, 19 de junho de 2010
Força x Aeróbio moderado para fatores de risco de cardiopatias



quinta-feira, 17 de junho de 2010
Protocolo Tabata
terça-feira, 15 de junho de 2010
Alongamento antes? Como?

Houve diferença significativa no tempo para completar o teste de agilidade entre as situações sem alongamento e com alongamento estático, com alongamento estático e com alongamento dinâmico, e com alongamento dinâmico e com alongamento combinado.
Diferenças entre os grupos nas diferentes situações de teste.domingo, 13 de junho de 2010
FORÇA NO CICLISMO?
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A volta dos que não foram...
A Equipe Só Fortalece pede desculpas pelo tempo de ausência das postagens, mas afirma que volta com MAIS FORÇA do que antes!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Supercompensação
De modo geral, o treinamento é constituido por ciclos de estresse, recuperação e finalmente, adaptação. Ententende-se, então que para aprimorar determinado componente da aptidão física deve, obrigatóriamente haver depleção de substratos e mesmo quebra de tecidos fisiológicos.
A exemplo disso, o aumento da força muscular se dá pela depleção da fonte ATP-CP e posterior recuperação e supercompensação, aumentando a capacidade neural de exercer tensão e fisiológica de estocar fosfocreatina. No caso da hipertrofia, o treino gera micro-lesões teciduais, que posteriormente são recuperadas e supercompensadas, aumentando a massa muscular.
Nesse contexto o que se busca é organizar estímulos fomentando adaptações orgânicas de longo prazo, de modo a alcançar uma condição superior no período da competição-alvo, maximizando as chances de êxito. Tradicionalmente, isso é atingido pela diminuição das cargas de treinamento por períodos de uma a duas semanas pré-competição.
Basicamente, a supercompensação é fenômeno responsável pelos ajustes objetivados pelo treinamento, desde que esse seja bem estruturado.
A Equipe Só Fortalece, continua firme e forte, após o tappering (redução das cargas objetivando supercompensação).
Aguardamos sugestões e participação por meio das enquetes ou do e-mail equipesofortalece@gmail.com
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Resultado da enquete semanal
Na tabela 2, é apresentado resultados em que o alongamento é realizado com objetivo de longo prazo e indica, na grande maioria, que a flexibilidade adquirida pelo uso de alongamentos pode propiciar um efeito positivo no rendimento.
Até a próxima.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Resultado da enquete semanal
É sensível na sociedade atual, sobretudo na área de abrangência dos profissionais de Educação Física, a crescente utilização de “auxílios ergogênicos”, que supostamente têm como objetivo o incremento da performance, particularmente no ganho de massa muscular magra. Porém deve-se ter clareza dos riscos e benefícios decorrentes de consumir ou prescrever determinadas substâncias, visto que inúmeros são os casos de iniciantes consumidores de suplementos sem nem mesmo haver completado o período de adaptação anatômica e de resistência geral, como evolução natural desse processo, observa-se indivíduos de nível “intermediário” e “avançado” consumindo dosagens exageradas de macro e micro nutrientes, sem que haja demanda metabólica por esses substratos.
Portanto, é fundamental que profissionais da área de Educação Física e Nutrição (clínica e ou esportiva) estejam aptos a auxiliar os indivíduos nesse contexto, evitando prejuízos financeiros, à saúde e até mesmo ao processo de treino. É indispensável que antes de pensar em nutrição avançada, complementos e suplementos, sejam trabalhados os componentes do treinamento, visto que se não há stress suficiente e/ou depleção de substratos, o aumento da ingesta de alimentos esportivos poderá sobrecarregar sistemas fisiológicos e até mesmo aumentar de maneira significativa o tecido adiposo dos “atletas”. Sabe-se, por exemplo, que não há diferença significativa, do ponto de vista de aumento de massa e força muscular, entre indivíduos que treinam três séries ou uma série na musculação, o que, então seria capaz de explicar que aumentar o consumo protéico pode aumentar a ressíntese de massa magra? Qual o sentido de “repor algo que não foi gasto”? Ou “abastecer um tanque cheio”?
De modo geral o público aqui contemplado é composto por homens, jovens, que buscam aumento de massa muscular com um único objetivo: Estética. E, a constante demanda social por essa variável, faz com que esse tipo de indivíduo siga dietas de fisiculturistas ou outros atletas de alto nível sem haver treinado nem mesmo 5% do que o criador ou usuário da dieta já treinou.
Sobre os suplementos propriamente ditos já foram apresentados aqui materiais sobre creatina e whey protein, a primeira altamente sugerida pela literatura (quando verdadeira), a segunda fortemente questionada, visto que os resultados científicos positivos têm sido encontrados apenas pelas empresas responsáveis por sua produção e comercialização. Estranho?
Há consenso na literatura de que altas ingestas protéicas não são responsáveis por aumentos no desempenho desportivo, inclusive, que atletas altamente treinados em força, cujos estímulos são extremamente agressivos ao sistema muscular esquelético, não precisam ingerir mais do que 3-4 gramas de proteína por quilo de massa corporal por dia. Além disso, para surpresa do senso comum, tem sido provada de forma consistente a relevância dos carboidratos na recuperação muscular. O que, entre outros fatores reforça a idéia de que na grande maioria dos casos dieta normal é suficiente ou excede o necessário para a manutenção do organismo durante os primeiros anos de treino.
Os diferentes tipos de suplementos são muito importantes para quem realmente precisa deles e, principalmente, por suas formas de ingestão facilitadas e esvaziamento gástrico facilitado (solúveis, na maioria dos casos), que possibilita uma absorção mais eficiente. Não acredite em fórmulas milagrosas, produtos e empresas que dizem fazer o trabalho do treinamento. Um tênis anatomicamente confortável, alguns pesos livres, força de vontade e o acompanhamento de um profissional qualificado o levarão a três coisas fundamentais: TREINO ADEQUADO, REPOUSO ADEQUADO, ALIMENTAÇÃO ADEQUADA. Isso é tudo que você precisa até chegar ao alto nível! Além é claro de grandes cargas de leitura.
A Equipe Só Fortalece, agradece a participação em mais uma enquete e se disponibiliza para o debate de idéias e contraposições!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Velocidade de reação
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Avaliação e Treino de Força
terça-feira, 18 de maio de 2010
Alongamento e práticas físicas
Muitos estudos presentes na literatura da área apontam a flexibilidade como uma qualidade física importante tanto para saúde, visto que o ACMS recomenda que seja estimulada, quanto para o esporte. Com isso, é comum a presença de protocolos com exercícios de alongamento nas sessões de treinos de atletas de diferentes modalidades, seja incorporada ao aquecimento como num treinamento específico. Lembrando que o alongamento é o meio para que seja trabalha a capacidade física em questão, e as variações/tipos são os métodos. Os dois principais motivos que norteiam a utilização desses estímulos são a possível melhora no rendimento dos atletas e uma diminuição na incidência de lesões desportivas, a qual ainda não está comprovado na literatura.
A utilização do alongamento visando à melhora da flexibilidade em longo prazo parece ser a melhor maneira de se trabalhar esta capacidade. O que deve ser avaliado e o que determinará a inclusão no programa de treinamento são se esta valência física é realmente importante para a modalidade ou prática a ser desenvolvida. Isso é importante, pois é a maneira de verificar se o rendimento do atleta vai ser melhorado com este trabalho. Caso contrário, não há necessidade de ser praticada.
A incorporação das técnicas de alongamento nos protocolos de aquecimento parece não ter utilidade, além disso, pode ter efeito prejudicial no desempenho de tarefas subseqüentes, como ocorrido em muitos casos encontrados em estudos recentes. Na execução de tarefas que exigem o componente força, em algumas de suas manifestações (Máxima e/ou potência), há indícios de que a prática de alongamentos prévios pode interferir negativamente no resultado. Estudos já foram realizados e apontam para esse rumo, porém ainda há a necessidade da determinação de quanto de alongamento pode ser prejudicial e por quanto tempo dura este efeito danoso. Portanto, a utilização dessas práticas parece ser inadequada antes de certas práticas como esportes coletivos, corridas curtas e saltos do atletismo, provas curtas de natação, musculação, entre outros.
É preciso deixar claro que não há necessidade de excluir esta prática das sessões, até porque é possível anular o possível efeito negativo que ela pode produzir. Estamos aqui para fornecer informações que julgamos importantes para vocês. Cabe a cada um procurar informar-se e avaliar o que é melhor para seu trabalho.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Avaliações e testes físicos
sábado, 15 de maio de 2010
Você sabia?
A idéia do post surgiu em função do exposto, bem como da carga vencida pelo atleta, e ainda, pelo espetacular salto que o individuo realiza, durante sua comemoração, aparentemente sem esforço o indivíduo se desloca verticalmente de forma significativa e, para alguns, de forma surpreendente.
Agora você já sabe. Levantamento Terra? Só Fortalece!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Resultado da enquete semanal
Potencialização Pós-ativação
Ter conhecimento do histórico contrátil dos músculos envolvidos em uma tarefa na qual se realiza é de fundamental importância, principalmente para quem está interessado no melhor resultado da ação. Isso é de suma importância pelo fato de que a resposta muscular na tarefa subseqüente está fortemente ligada ao que foi anteriormente executado. Sendo assim, estudiosos encontraram um mecanismo que está entre dois extremos, não realizar estímulos prévios e estímulos que produzam fadiga antes da performance de gestos que necessitam de tipos de força. Este fenômeno é chamado de potencialização.
A potencialização pós-ativação (PPA) pode ser definida como um efeito positivo dos mecanismos de contração muscular voluntária, após a execução de um estímulo anterior. Quando o estímulo é artificial, alguns autores denominam potencialização pós-tetânica. Segundo Tillin e Bishop (2009), a ocorrência da PPA está relacionada a três possibilidades: fosforilação regulatória da miosina de cadeia leve; aumento na ordem de recrutamento das unidades motoras musculares envolvidas; mudança do ângulo de penação. Existem, a princípio, três formas diferentes de se obter a PPA, sendo elas a contração voluntária isométrica máxima (CVIM), contrações voluntárias dinâmicas submáximas e há indícios de que exercícios que envolvam o ciclo de alongamento-encurtamento (CAE) também sejam capazes de produzir este efeito positivo, como nos trabalhos de Yuri Verkhoshanski.
Os efeitos da PPA podem ser verificados nas duas formas básicas: agudo e crônico. O agudo é verificado quando da utilização dos estímulos desejando o resultado imediato, onde os estudos relatam o aparecimento a partir do terceiro ou quinto minuto (EVANS, 2001), com duração de 10 (VANDERVOORT et al, 1983) até 20 minutos (VERKHOSHANSKI, 1996). O efeito crônico tem sido apontado através do desempenho dos estímulos na forma do método de treinamento denominado Complexo.
Portanto, com base nos aspectos acima descritos, este fator abordado tem sido bastante estudado, pois pode ser uma forma de manifestar melhor rendimento dentro de várias modalidades que necessitem da capacidade física força, principalmente do tipo potência.
Agradecemos a todos que participaram de mais uma enquete! Até a próxima sexta.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Informativos úteis sobre ciclismo
É sensível, na sociedade atual, a crescente utilização de bicicletas no transporte e no lazer, configurando-se como uma forma de evitar o aumento dos níveis de gases tóxicos liberados ao ar, o sedentarismo e os congestionamentos. Diversas são as modalidades e situações na qual o ciclismo se manifesta, dentre elas speed, bmx, down-hill, mountain bike, cross-country, dirt-jumps e até mesmo bike indoor nas academias.
Quando a bicicleta é utilizada como meio de transporte cotidiano, tem sido evidenciado por alguns autores a grande incidência de lesões e desconfortos gerados pela prática, em função do mal uso e de configurações inapropriadas nos equipamentos. Por ser um meio de transporte barato, muitas vezes a única opção de populações de baixa renda, a bicicleta acaba por se tornar uma ferramenta valiosa, porém perigosa, visto que em função da falta de instrução, não são contemplados princípios básicos da biomecânica e da boa postura. Os principais danos causados pelo uso incorreto da bicicleta são lombalgias e desvios posturais, porém cabe salientar que, quando utilizada de maneira correta, além de não causar danos, pode promover melhorias na aptidão física geral bem como para a manutenção da postura correta tanto na bicicleta como fora desta, além de estimular a circulação sanguínea e a irrigação das diferentes regiões da coluna vertebral.
Dando maior ênfase ao ciclismo de transporte ou recreacional no qual, segundo Martins (2007), ocorre a maior incidência de desajustes no posicionamento na bicicleta (altura do selim, guidão, tamanho e modelo do pé-de-vela, apoio indevido nos pedais ou no próprio selim, entre outros), que podem gerar lesões ou desconforto, influenciando desta forma o abandono da prática. Devemos compreender fatores influenciadores da postura como ângulos de inclinação do tronco, ângulo de aplicação da força nos pedais, empunhadura no guidão e posicionamento da coluna vertebral além da “relação” do individuo com a bicicleta que depende da idade, características físicas, repertório motor, entre outros fatores.
Visto que, de modo geral, as pessoas incluídas nesse contexto não realizam treinamentos que visem e ou proporcionem fortalecimento muscular adequado que possibilite um melhor controle da postura, como ocorre com os atletas competitivos das diferentes modalidades, esta realidade dá subsídio para que se desenvolvam as situações adversas bem como as lesões ósteo-musculares previamente citadas.
Partindo do exposto devemos primar por avaliar posicionamento da coluna vertebral, cintura escapular, pelve, ângulo de “ataque” das articulações de membros superiores e inferiores, de modo a minimizar a ocorrência de lesões e desconfortos causados pelo posicionamento inadequado das articulações em função da regulagem da bicicleta que podem a curto, médio e longo prazo causar desvios posturais.
Preconiza-se que sejam realizadas “oficinas” abertas ao público a fim de prover esclarecimentos ao público em geral, sobre a forma correta de utilizar a bicicleta, além disso estimular com que haja uma atuação por parte dos fabricantes indicando tamanhos, modelos e configurações adequadas para os indivíduos. Há materiais acadêmicos e não acadêmicos disponíveis na internet em bases de dados acadêmicas e até mesmo em sites de empresas fabricantes de bicicletas, que podem auxiliar para um melhor ajuste à bicicleta.
A Equipe Só Fortalece sugere, seja qual for o seu objetivo com o uso da bicicleta, que se busque obter informações e atentar para pequenas lesões e desconfortos que podem acarretar problemas mais sérios no futuro. Como aconselhamentos primários, citamos a correta regulagem da bicicleta e seus componentes, o correto posicionamento durante a pedalada e, ainda, a utilização de meios e métodos de treino de força para minimizar as chances de lesão.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Relação entre capacidades físicas


